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Internautas redescobrem Ana Raio depois de manifestação de caminhoneiros

O motivo do ressurgimento da personagem interpretada por Ingra Lyberato há 30 anos foi o vídeo de Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão,

12/09/2021 às 20h30
Por: Redação RepercutePB Fonte: RepercutePB/UOL
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Internautas redescobrem Ana Raio depois de manifestação de caminhoneiros

O nome da icônica Ana Raio, da trama "A História de Ana Raio e Zé Trovão" (Manchete, 1990), amanheceu entre os assuntos mais comentados nas redes na última quinta-feira (9). O motivo do ressurgimento da personagem interpretada por Ingra Lyberato há 30 anos foi o vídeo do bolsonarista Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, em que incitava outros caminhoneiros a bloquearem rodovias e a "fecharem tudo". Suspeito de articular atos antidemocráticos, Zé Trovão teve sua prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a pedido da Procuradoria-Geral da República. Ele é considerado foragido.

E tanto bafafá em torno do caminhoneiro fez com que a novela fosse relembrada na internet. E, assim que o nome de Zé Trovão repercutiu país afora, o de sua amada Ana Raio também ganhou as redes sociais. Mas, apesar do sucesso da trama, não é todo o mundo que se lembra —ou que já tinha nascido— na época.

Quem eram afinal, Ana Raio? 

Para quem tem menos de 30 anos, Universa explica: a novela "A História de Ana Raio e Zé Trovão" sucedeu o fenômeno "Pantanal" no fim de 1990, na extinta Rede Manchete. Na trama, Ana de Nazaré (Flor Bartilottifoi) foi estuprada aos 13 anos pelo ex-capataz de seu pai, Canjerê (Nelson Xavier), e dá à luz Maria Lua (Micaela Góes). Só que Canjerê mata o pai de Ana e rouba a criança.

Na sua fase adulta, a agora Ana Raio (Ingrid Lyberato) é uma famosa peoa que procura incansavelmente pela filha e, no meio do caminho, ela conhece e se envolve com o peão Zé Trovão (Almir Sater)

Enquanto Almir seguiu na carreira de músico, Ingra, 54 anos, continuou atuando. Além de atriz, a baiana, que também participou de "O Clone" (Globo, 2001) e "Gênesis" (atualmente na Record), é ainda formada em Terapia Sistêmica Fenomenológica Integrativa e escreveu os livros "O Medo do Sucesso" e "A Natureza Oculta Iluminada"

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Ela também é mãe de Guilherme Leindecker, 18 anos, de seu casamento com Duca Leindecker. O músico, da banda Cidadão Quem, é hoje marido de Manuela d'Ávila, com quem teve Laura, hoje com 6 anos.

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